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Manu Gavassi - Manu

Média: 62 | Críticas: 27
Best Track: Hipnose 35%
Fallon: 100
Yuri: 95
Badzgabs: 88
Benedita: 84
Sleet: 81
Rafa: 79
Artsy: 78
Lirou_KatyCat: 78
Trulyromance: 76
Loann: 75
Lohan: 75
Selenator: 73
Tytu: 65
LuVincents: 64
PrimalHeart: 63
Geisha: 61
Lily: 60
Coreano: 53
FrankLucena7: 50
MeltAway: 48
Nairobi: 47
Lukhas: 39
Toxicc: 37
Rozzabsol: 28
RomulX: 25
Maiiksantos: 24
February2017: 21
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Comentários:

Fallon - 100/100: "Bom, antes que comecem os gritos de “foi nota de fã”, eu preciso explicar algumas coisas.
Esse álbum saiu no mesmo momento em que eu enfrentava um momento bem obscuro na minha vida. Eu tinha tido um leve surto, estava completamente “fora de foco e fora de mim”, como diria Manoela na faixa 07.
Meu amigo, que já ouvia a Manu com “Vício”, levou “Manu” para nosso trabalho e esse álbum, simplesmente, fez meus momentos naquele lugar melhorem. Trabalhar com ele me dava um ânimo que eu não sei explicar.
O álbum também se tornou um “amigo” pra mim, fora do emprego. A canção “Aqui Estamos Nós” fala muito sobre o meu momento.
Então, eu acabei tendo um carinho enorme com ele, com a Manu e com as mensagens que são transmitidas pelas letras. No que tange a produção, eu acho uma delícia. Ela soube brincar com produtores bem mainstreams.
Por isso, no meu coração e aqui, o álbum leva um 100. Não por eu ser fã, mas por ser um disco que possibilitou momentos incríveis para uma pessoa completamente despedaçada. Com “Manu”, Manoela me disse coisas que eu precisava, que eu queria e até mesmo, coisas que hoje, fazem mais sentido que lá atrás. Obrigado por tanto!"

Yuri - 95/100: "O “Manu” é onde a artista se arrisca na sonoridade em alta na época e junta com suas típicas composições e melodias. Apesar de Manu Gavassi relatar que não se identifica mais com esse projeto, é nele que ela entrega algumas das melhores faixas de sua carreira como as dançantes “Muito Muito”, “Hipnose” e “Me Beija” além da baladinha uptempo “Aqui Estamos Nós”. Aqui, diferente de muitos artistas do mainstream brasileiro, Manu se preocupa com o conjunto da obra e não somente com singles e faixas isoladas, o que resulta em um álbum inteiramente pop feito com maestria."

Nairobi - 47/100: "Manu, o álbum da Gavassi, lançando em 2017 é uma tentativa da artista de conseguir se popularizar entre o público mais jovem. Talvez o álbum combine com o tipo de público alvo, confuso, com narrativas clichês e tentativas de discursos profundos que soam mais rasos que um “eu te amo”do garoto de 11 anos para sua primeira namorada de escola.
Produção genérica e letras fúteis predominam nesse trabalho. Quando uma canção tem uma letra que possa parecer razoavelmente interessante, a produção não passa de uma batida genérica sem autenticidade nenhuma, o mesmo quando a produção é minimamente boa, a letra é mais sofrida que a primeira decepção amorosa de uma menina no ensino fundamental.
Obrigado, Manu. Por você ter evoluído e hoje não parecer nem um pouco com essa artista medíocre e clichê."

Toxicc - 37/100: "Acho que o principal problema são as letras, bem legenda de foto de pré adolescente de escola particular que ta superando o primeiro namorico, mas as produções são bem medíocres também. Pelo menos deu pra ver que ela evoluiu bastante depois, as músicas atuais são bem melhores."

Rozzabsol - 28/100: "Discos auto-intitulados tendem a ser usados como forma de mostrar ao público uma espécie de aprofundamento na vida e cabeça de um intérprete, e quando existe o jogo de se despir na capa, a intenção é ir ainda mais fundo. Não existem arrodeios, apenas o artista nu e cru, literalmente.
No entanto, Manu é um compilado de canções sobre amor, com rimas e temáticas infanto-juvenis, no qual Gavassi fica a milhas de distância de suas duas maiores inspirações, as americanas Taylor Swift e Selena Gomez, que mesmo imersas em um público semelhante, ainda conseguem entregar um material mais maduro.
As produções tentam complementar as habilidades vocais extremamente limitadas de Manu e as letras simplórias e clichês, mas mesmo os arranjos soam extremamente engessados. Qualquer adolescente com seus poucos anos de vida talvez fosse capaz de fazer algo mais profundo e interessante - veja Lorde e seu álbum de estreia.
O resultado final é aquém. Durante pouco mais de 30 minutos, Manu parece buscar algo desesperadamente para mostrar ao público, mas a verdade é que, talvez, a cantora não tenha nada muito profundo, ou mesmo raso, para falar e cantar."

RomulX - 25/100: "Álbum medíocre digno de ser comparado ao ‘Kisses’ da MC Anitta. É raso, composições extremamente clichês que mais parecem trilha sonora de alguma Malhação de 2005. Eu até hoje não consigo entender o hype em cima de Manu Gavassi, ela é uma artista medíocre que o resumo da sua carreira é ser uma garota branca de classe média."

Maiiksantos - 24/100: "Quando artistas apostam no lançamento de álbuns auto-intitulados a proposta é clara: que este trabalho mostre para o público quem eles realmente são, com todos os seus medos e anseios, além de um amadurecimento pessoal e artístico. Quando o artista aparece semi ou completamente nu na capa, você espera que ele mergulhe mais fundo ainda em si próprio para apresentar um trabalho maduro, instigante e verdadeiro.
Talvez tenha sido essa a premissa que a paulistana Manu Gavassi tinha em mente ao criar o seu terceiro disco, “Manu”. Contudo, o resultado foi o oposto. A julgar pelo que é apresentado na obra, podemos definir a verdadeira Manu Gavassi (a época) como sendo uma pessoa boba, mimada e bem bem infantilizada em alguns pontos.
O álbum é repleto de composições que giram em torno de joguinhos bestas de sedução e romances efémeros em porta de colégios. Temas que já estavam presentes em trabalhos anteriores de Gavassi. Com isso, o disco evidencia um lugar comum em seu trabalho que ela tem dificuldades de superar.
Ademais, outro fator que torna as composições do álbum ainda mais intragáveis são suas rimas simplórias e forçadas que parecem feitas por uma adolescente que acha que fazer poesia é simplesmente rimar “amor” com “dor”. A produção do álbum também não agrada. Os arranjos e melodias do disco são simplórios, monótonos e óbvios.
O disco tem uma inspiração clara em “Revival” da americana Selena Gomez, lançado em outubro de 2015. Mas não foi tão bem sucedido como seu “progenitor” ao apresentar uma artista mais madura e original. Na verdade, acabou apenas mostrando uma “wannabe”. Talvez se o foco fosse ser mais ela mesma e não apenas querer fazer igual Gomez, o disco fosse outro. Fosse bom."

February2017 - 21/100: "O que esperar de um álbum auto intitulado que seguindo (ou copiando rs) o “conceito” de uma libertação ou empoderamento visto em Revival de Selena Gomez por exemplo? Que Manu Gavassi emulasse uma personalidade mais madura, trouxesse letras que tornassem o público imerso em sua narrativa e se aprofundasse de forma tão despida quanto Manu sugere em sua capa.
Mas não é isso o que a obra nos traz. Talvez em uma tentativa de transmitir seu amadurecimento e mostrar-se mais próxima dos artistas pop que admira, Manu Gavassi apresenta um álbum cheio de temáticas tão infanto-juvenis quanto seus trabalhos anteriores embalados por arranjos e produções simplórias que não crescem e óbvias que falham em imprimir coesão e tornam o álbum mais um “clichê adolescente” repetitivo. Os pobres elementos apresentados unidos a voz limitada e, em dado momento, cansada da cantora tornam o álbum intragável para quem quer ouvir uma proposta pop nacional de qualidade."

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