Média: 84 (-1) | Críticas: 51 (+29)
Best Track: Physical 34%
Fallon: 100*
Yuri: 100*
Arthurmell0: 96
Elder: 95*
Sleet: 94
GabrielHikaru: 92
Lily: 91*
Skorpion: 90
Sugarpink: 90*
TeusfromVirgo: 89*
Badguy: 88
Badzgabs: 88*
Lupina: 88
Maiiksantos: 88*
Artsy: 87*
MeltAway: 87*
Toxicc: 87*
Lorenzolinzi: 86*
Pynk: 86
Rozzabsol: 86*
Blonde: 85
Bulba: 85*
Geisha: 85*
Loann: 85 (-5)
PrimalHeart: 85*
Raquel: 85*
Srtocaio: 85*
Pov: 84*
Ann: 83
Coreano: 83 (-7)
Lukitoo: 83
LuVincents: 83 (-11)
Suellyn: 83
Gabss: 82
Afonso: 81*
Hades: 81
Tytu: 81*
LufiMT: 80*
RadiateLove: 80
Voorhees: 80*
Lohan: 79*
Nairobi: 79*
Thyrruana: 79
Lirou_KatyCat: 78*
Melodramer: 78
Work: 77 (-7)
FrankLucena7: 75*
RomulX: 74*
Aotearoa: 72*
Hmmmm: 70
Benedita: 51 (-20)
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Comentários:
Fallon - 100/100: "Sem dúvidas, o maior e melhor lançamento de 2020. Em “Future Nostalgia”, Dua Lipa cumpre com grande maestria sua proposta e consolida seu nome na indústria musical.
Um álbum extremamente coeso, muito bem produzido, com canções extremamente memoráveis e que, com certeza, não irão envelhecer jamais. A viagem da cantora pelo futuro nostálgico, é, sem dúvida, um dos melhores trabalhos já lançados nos últimos anos.
Canções como “Physical”, “Don’t Start Now” e “Levitating”, são como oásis no deserto e transmitem sensações incríveis aos ouvintes.
Já “Boys Will Be Boys” traz uma mensagem de empoderamento extremamente necessária.
Músicas como “Break My Heart” e “Hallucinate” também elevam o nível do álbum. O mesmo ocorre com “Love Again”, cujo processo de produção é extremamente incrível e mostra todo um conhecimento musical e visual da artista, que, a partir de agora, tem uma responsabilidade enorme de manter um padrão altíssimo de qualidade.
E é isso. Future Nostalgia merece toda e qualquer aclamação, pois não é forçada. O álbum, de verdade, possui uma qualidade como nenhum outro em muito tempo."
Yuri - 100/100: "No seu segundo álbum, Dua Lipa revive tudo o que há de melhor no passado da história da música e ao criar o Future Nostalgia, proporciona ao seu ouvinte uma viagem eletrizante aos tempos de ouro das décadas de 70, 80, 90 e 2000 mas sempre com um toque de tudo o que há de mais atual na música pop.
Future Nostalgia foi o álbum certo que chegou no tempo certo para os fãs assíduos de música pop e serviu como trilha sonora de uma pista de dança para o escapismo de uma pandemia para muitos.
Com letras que exaltam a força feminina como a faixa-título onde a artista canta “Eu sei que você não está acostumado com uma mulher alfa” e em “Boys Will Be Boys” onde ela diz “Tenho certeza que se houver algo que eu não consigo encontrar palavras para dizer, eu sei que haverá um homem por perto para salvar o dia” ela mostra que os pontos altos do álbum não estão somente na produção.
Os destaques vão para “Physical” que é uma faixa uptempo com refrões explosivos e uma produção oitentista de tirar o fôlego e uma bridge melódica para cantar com o último ar do pulmão e a atemporal “Don’t Start Now” que em meio ao imediatismo dos streams, onde 90% das músicas envelhecem já na primeira ouvida, Dua conseguiu entregar uma faixa uptempo disco-pop e eletropop incrivelmente perfeita para prender uma pessoa por horas em seu repeat."
Elder - 95/100: "Dua Lipa apresenta em “Future Nostalgia” um disco refrescante e com um dos melhores replay value dos últimos tempos. O álbum é uma evolução notável se compararmos ao “DUA LIPA”, tanto pela coesão quanto pela qualidade. A atmosfera pop dance/disco mostra que o gênero ainda tem o seus heróis que o fazem respirar, e Dua Lipa com certeza faz parte desse time. As melhores faixas são “Physical”, “Levitating” e “Love Again”, além da ótima adição “Fever”."
Lily - 91/100: "Ela fez tudo o que precisava fazer em uma era bem sucedida: conceito sólido, músicas incríveis, hits pras rádios e stream, visuais perfeitos e divulgação em massa. A pandemia não foi problema pra nossa miss covid, apresentações e vídeos foram feitos é trabalhados para serem marcantes, e foi. Dia Lipa entregou nesse álbum uma era quase perfeita, o que irrita muita fã base do lado. Ela é e foi o nome do último ano."
Sugarpink - 90/100: "Planejando entregar a melhor era pop que tivemos em anos, Dua Lipa se afastou um pouco do EDM que vimos em seu debut, mas só o suficiente para que pudesse misturar o melhor de dois mundos no Future Nostalgia, trazendo inspirações dance e disco com roupagens modernas que caíram como uma luva. O álbum é excelente por completo em sua proposta, e apesar de a bola cair um pouco em suas duas ultimas faixas, não há nada na tracklist que não seja de excelente produção."
Bulba - 85/100: "Um álbum muito bom aparentemente coeso me lembra muito o 1989 em coesão o verso abre e fecha no final, apesar das últimas duas músicas serem totalmente ruins e esquecíveis, o álbum no geral dificilmente foge da proposta, uma verdadeira fábrica de hits mas com bom conceito para se adentrar, não sei se ela mesmo teve essas idéias ou foi uma equipe e gravadora mas funcionou muito bem, da uma bela surra no debut apesar de achar que nada nesse álbum supera New Rules por exemplo, espero que ela continue assim ela tem futuro rsrs."
Afonso - 81/100: "O jeito que a não-mais-tão-novata Dua Lipa pegou todo mundo de surpresa desde o início da campanha do seu segundo álbum, no final de 2019, foi uma mudança necessária e incrível para a artista. Desde o single “Don’t Start Now” já dava pra notar que, seja lá o álbum que receberíamos de Lipa, seria algo que daria o que falar. E o resultado não poderia ter sido diferente: Future Nostalgia, apesar de não ser perfeito por causa de suas faixas finais, executa uma sequência impressionante de 9 faixas que cumprem exatamente o que o título do disco diz: resgata a nostalgia e a coloca sob uma ótica contemporânea, despretensiosa e repleta de pura diversão. A evolução e molde de uma concreta personalidade pop por parte de Dua Lipa é com certeza o melhor momento do pop mainstream de 2020."
Tytu - 81/100: "Segundos álbuns sempre são delicados para artistas pop: ao passo que o artista deve continuar se conectando com sua audiência ele tem a necessidade de se provar para além de seu debut e é isso que a cantora faz em seu segundo álbum: mostra uma gigante evolução ao seu sem brilho auto-intitulado de 2015.
Um registro exemplar do que se fazer quando se usa referências nostálgicas na música pop; em pouco mais de meia hora Dua Lipa nos bombardeia com verdadeiras joias futuro-nostálgicas; o nome do disco calha perfeitamente aqui, apesar das duas últimas faixas serem inferiores ao restante da obra não a compromete como um todo.
Destaques: Love Again; Physical e Levitating."
